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Retirando as Armaduras
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Quantas vezes nos vemos reclamando de que a pessoa que está ao nosso lado não nos entende como gostaríamos que nos entendesse?
Muitos de nós, em algum momento de nossas vidas, tivemos essa queixa. consegue nos compreender, entrar no nosso íntimo, perceber como estamos nos sentindo, tendemos a culpá-la pela falta de sensibilidade
ou a falta de esforço para entender o que estamos querendo dizer.
falando clara e abertamente sobre o que está nos incomodando. uma enxurrada de palavras em cima do outro na ânsia de que ele
seja capaz de decifrar os nossos sentimentos mais íntimos. do que imaginamos porque, esta palavra, impõe que sejamos sinceros,
que tenhamos um discurso aberto e que, de fato, nos entreguemos ao outro. Se nos deixarmos conhecer profundamente, com nossas qualidades e com nossos defeitos, isso pode, a qualquer momento,
se transformar numa arma nas mãos do outro.
no medo de nos expor, de retirar as nossas armaduras, que são a nossa defesa. como somos realmente, sem enfeites e a parte de nós que escondemos,
que não amamos, também é oferecida a ele.
porque nós mesmos não conseguimos aceitar essa parte de nós.
a que dói mais, a que nos atinge da pior forma e esse medo é explicável.
de nos olhar no espelho por completo? o outro começa a perceber o quanto de amor e confiança há nesse gesto
e pode dividir esse medo conosco. conhecimento e encontro, um encontro consigo mesmo, um encontro com o outro e um conhecimento individual e, ao mesmo tempo, mútuo. somente a um passo adiante, a um mínimo conhecimento do outro e de nós mesmos, sempre terá valido a pena pois isso é um exercício para vencer as restrições, os medos e nos entregarmos para que possamos
estar em sintonia com o outro e para que haja harmonia em nossa relação.
basta somente disposição e muita vontade de acertar.
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